Política de privacidade

Atualizada em 30 de setembro de 2026.

  1. Quem é responsável
  2. Que dados tratamos
  3. Entrar com Google e com Apple
  4. E-mail pela conta do cliente
  5. Para que usamos
  6. Com quem compartilhamos
  7. Transferência internacional
  8. Por quanto tempo guardamos
  9. Segurança
  10. Seus direitos
  11. Crianças e adolescentes
  12. Cookies
  13. Sites de terceiros
  14. Alterações
  15. Contato

Esta política explica como a Data4U Technology International Ltda (“Data4U”, “nós”) trata dados pessoais no site www.data4u.com.br e na Plataforma Data4U, o sistema de controle de acesso e de gestão que academias, condomínios, escolas e outras organizações (“clientes”) usam nos endereços terminados em data4u.com.

Seguimos a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018, “LGPD”) e, quando aplicável, o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados da União Europeia (RGPD).

1. Quem é responsável

Data4U Technology International Ltda, CNPJ 07.580.010/0001-92, com sede no SCN Quadra 1, Bloco E, Sala 710, Ed. Central Park, Asa Norte, Brasília/DF, CEP 70.711-903.

Para assuntos de privacidade, escreva para privacidade@data4u.com.br.

A Data4U tem dois papéis, e a diferença importa para você saber a quem se dirigir:

  • Somos controladora dos dados de quem visita o site ou fala conosco, dos representantes dos nossos clientes (contrato, cobrança e suporte), dos registros de segurança da Plataforma e dos registros de acesso que o Marco Civil da Internet nos manda guardar (seção 8).
  • Somos operadora dos dados que cada cliente cadastra na Plataforma sobre as pessoas dele: alunos, moradores, funcionários, visitantes, responsáveis. Quem decide o que é cadastrado, e para quê, é o cliente, que é o controlador desses dados; nós os tratamos pelas instruções dele e pelo contrato. Para exercer seus direitos sobre esses dados, fale com o cliente: a academia, o condomínio, a escola. Se nos procurar, encaminhamos o pedido a ele.

2. Que dados tratamos

No site

  • O que você nos manda por e-mail, telefone ou WhatsApp: nome, contato e a mensagem. A conversa pelo WhatsApp passa pelo serviço dele, da Meta.
  • Se você comentar numa página: o nome, o e-mail e o site que informar, com o endereço IP e o navegador, para moderar o comentário e barrar spam.
  • Dados de navegação: o Google Ads mede as visitas e o resultado das campanhas, e o Jetpack, do WordPress.com, conta as visitas às páginas. Eles recebem o endereço IP, o navegador, a página visitada e de onde a pessoa veio (seção 12).
  • Parte das imagens e dos arquivos do site vem dos servidores do WordPress.com, que por isso recebe o endereço IP de quem visita.

Na Plataforma

  • O que o cliente cadastra, e que tratamos como operadora: identificação (nome, CPF, RG, data de nascimento, sexo, foto), contatos, endereço, o vínculo com o cliente (aluno, morador, funcionário), os documentos emitidos, como contratos, e as observações e tarefas da ficha.
  • Foto e biometria. O cliente tira a foto da ficha com o conhecimento e o consentimento da pessoa, que sabe para que ela serve: identificá-la na recepção e, quando o cliente usa reconhecimento facial, na catraca. No reconhecimento facial, a foto vai ao equipamento da catraca, que gera o próprio modelo do rosto e faz a comparação ali mesmo. A digital é guardada só como modelo matemático (template), nunca como imagem. A biometria, de rosto ou de digital, é dado sensível pela LGPD, e só é usada com o consentimento da pessoa, ou do responsável no caso de menor, colhido pelo cliente. Quem não quiser entra de outra forma, como cartão ou senha. Os modelos são cifrados com a chave do cliente e apagados quando a pessoa retira o consentimento ou pede a eliminação.
  • Dados de saúde, quando o cliente usa a avaliação física: medidas do corpo, pressão arterial, composição corporal, testes físicos e os questionários de saúde (anamnese, PAR-Q e risco coronariano). A LGPD os chama de dados sensíveis. Ver a avaliação depende de permissão, e os questionários de saúde pedem uma permissão à parte, com cada leitura registrada.
  • A conta de quem entra: o e-mail; a senha, guardada só como resumo criptográfico (Argon2id), nunca como texto; as chaves de acesso (passkeys), das quais guardamos só a parte pública, porque a privada fica no aparelho da pessoa; a ligação com Google ou Apple, se houver (seção 3); e as sessões abertas, com o navegador e o sistema do aparelho, como o navegador os informa, e os horários de entrada e de uso.
  • Os registros de acesso. Quando você entra na Plataforma, e quando a sua sessão passa a ser usada a partir de outra rede, guardamos o endereço IP, a porta de origem e a data e a hora, junto com o número do cliente, da sua conta e da sessão e a forma de entrar. Não guardamos ali o e-mail, o nome nem o navegador. É o que o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014, art. 15) manda o provedor de aplicação guardar, e o cliente não vê o IP de ninguém (seções 8 e 9).
  • As tentativas erradas de entrar, contadas para barrar quem tenta adivinhar senhas. Delas guardamos só um resumo do e-mail digitado e da rede de onde veio a tentativa (seção 9).
  • O registro de auditoria das ações sensíveis, com quem fez, o quê e quando: por exemplo, a emissão de documentos, a leitura dos questionários de saúde, a troca de foto, as mudanças nas formas de entrar e todo acesso do suporte da Data4U.

No suporte

Quando a equipe da Data4U precisa entrar num cliente para dar suporte, ela informa o motivo, e cada sessão de suporte dura no máximo 30 minutos. A entrada fica registrada com o nome e o e-mail de quem entrou, e as ações do suporte ficam marcadas como dele. O cliente vê em Administração › Acessos do suporte quem entrou, quando, por quê e por quanto tempo, e pode encerrar a sessão. Ele escolhe se o suporte entra sempre, só com a aprovação dele ou nunca; o padrão é entrar sempre.

Nos sistemas instalados no cliente

Nos sistemas da Data4U instalados nos computadores do cliente, os dados ficam com o cliente, e não conosco. Quando o cliente pede suporte, nossa equipe acessa o sistema dele à distância, com a autorização dele, e vê só o necessário para resolver o caso. Quando o caso pede, o cliente nos entrega uma cópia do banco de dados dele. Ela fica só nos computadores da equipe de suporte, serve só para resolver aquele caso e é apagada quando o atendimento termina.

3. Entrar com Google e com Apple

Na Plataforma, a pessoa pode entrar com a conta Google ou com a conta Apple, se quiser. E-mail e senha, ou chave de acesso, continuam valendo.

  • Do Google pedimos só o e-mail, pelas permissões openid e email. Recebemos o endereço, a confirmação de que o Google o verificou, o domínio, quando a conta é de uma organização no Google Workspace, e o identificador da conta, um código que o Google gera para o nosso aplicativo. Não pedimos nome, foto, contatos, agenda, arquivos nem mensagens, e não guardamos nenhuma chave de acesso (token) do Google.
  • Da Apple pedimos só o e-mail. Recebemos o endereço e o identificador da conta. O endereço pode ser o de retransmissão da Apple, quando a pessoa escolhe ocultar o dela. Não pedimos o nome.
  • Usamos esses dados só para reconhecer a pessoa na entrada e abrir a conta que ela já tem no cliente. Ninguém ganha conta nova por entrar com Google ou Apple: sem cadastro no cliente, não se entra.
  • Como a ligação acontece. A pessoa liga a conta Google ou Apple em Minha conta, depois de entrar. A ligação também acontece sozinha na primeira entrada, se o endereço é administrado pelo próprio Google ou pela própria Apple (Gmail, Google Workspace, iCloud) e é o e-mail de uma conta ativa no cliente. Depois de ligadas, a Plataforma reconhece a pessoa pelo identificador.
  • O que fica registrado: a ligação, com o identificador, o e-mail e as datas em que foi criada e usada pela última vez; e cada entrada com Google ou Apple, com o identificador, o e-mail e o horário. Isso vale também para as tentativas com contas que não estão ligadas a ninguém, que ficam como registro de segurança.
  • Não usamos esses dados para publicidade, não os vendemos, não os compartilhamos com terceiros e não os usamos para treinar modelos de inteligência artificial. Só os entregamos a alguém por obrigação legal ou ordem judicial.
  • Para desfazer a ligação, vá em Minha conta (clique no seu nome, no menu), em Formas de entrar, e use Desligar. Isso só vale se a conta tiver outra forma de entrar. A conta Google ou Apple deixa de abrir a conta na Plataforma, e as sessões abertas por ela são encerradas. O registro de que a ligação existiu continua no histórico de segurança (seção 8). Retirar a permissão pela conta Google ou pelo ID Apple não desfaz a ligação aqui; para isso, use Minha conta.

4. E-mail pela conta do cliente

O cliente pode ligar à Plataforma a conta de e-mail dele, para que as mensagens às pessoas dele saiam pelo endereço dele: recuperação de senha, convites e avisos. Pode ser uma conta Google (Gmail ou Google Workspace), uma conta Microsoft (Outlook ou Microsoft 365) ou um servidor SMTP.

  • Na conta Google pedimos a permissão de enviar (gmail.send) e o e-mail da conta (openid e email), para saber de que endereço as mensagens saem. A Plataforma não lê, não lista, não altera nem apaga nada na caixa de correio.
  • Na conta Microsoft pedimos a permissão de enviar (Mail.Send), a de ler o perfil básico (User.Read), que dá o endereço da caixa, e a de continuar enviando sem pedir de novo (offline_access). Também aqui a Plataforma não lê a caixa.
  • O que guardamos: o endereço de envio e a credencial que o Google, a Microsoft ou o servidor SMTP entregam para enviar em nome da conta, cifrada com uma chave própria do cliente. O conteúdo e o destinatário das mensagens não ficam guardados na Plataforma. Fica só, por 30 dias, o registro técnico de que a mensagem saiu, sem o endereço.
  • Usamos a permissão só para enviar as mensagens que a Plataforma manda em nome do cliente. Ela não serve a publicidade, venda, compartilhamento nem treino de modelos de inteligência artificial.
  • Para desligar, o cliente exclui a conta de e-mail na Plataforma, e a credencial é apagada na hora. A permissão continua listada na conta Google ou Microsoft até ser retirada lá (no Google, em myaccount.google.com/connections; na Microsoft, em myapps.microsoft.com, para conta de trabalho ou escola, ou em account.live.com/consent/Manage, para conta pessoal), mas a Plataforma já não tem como usá-la.

Enquanto o cliente não liga uma conta para as mensagens de acesso, a recuperação de senha e o convite saem pela conta da Data4U, em nome do cliente, pelo serviço de e-mail da Amazon (AWS). Quando uma dessas mensagens volta ou é marcada como spam, guardamos um resumo criptográfico do endereço, e não o endereço, e a ficha da pessoa passa a mostrar que o e-mail voltou, para não insistir com quem não recebe. Mala direta e propaganda nunca saem pela conta da Data4U.

O uso e a transferência, para qualquer outro aplicativo, de informações recebidas das APIs do Google, na entrada e no envio de e-mail, obedecem à Política de Dados do Usuário dos Serviços de API do Google, inclusive aos requisitos de Uso Limitado.

5. Para que usamos, e com que base legal

  • Prestar o serviço que o cliente contratou: cadastro, controle de acesso, avaliações, documentos e comunicação com as pessoas dele. A base é a execução do contrato com o cliente; para os dados que o cliente cadastra, valem as bases que ele, como controlador, definiu.
  • Segurança: proteger as contas, registrar as ações sensíveis, investigar incidentes e prevenir fraude. A base é o legítimo interesse e, quando houver, o cumprimento de obrigação legal.
  • Cumprir obrigações legais, como guardar os registros de acesso que o Marco Civil da Internet exige e entregá-los quando houver ordem judicial. A base é o cumprimento de obrigação legal.
  • Mensagens de acesso e avisos do serviço, como a recuperação de senha e o convite (seção 4).
  • Medir o site e as campanhas, e mostrar anúncios da Data4U, com o seu consentimento onde a lei o exige.
  • Responder a quem nos procura e dar suporte.

6. Com quem compartilhamos

Não vendemos dados pessoais. Compartilhamos só o necessário com estes fornecedores:

  • Amazon Web Services (AWS): hospedagem da Plataforma, banco de dados, arquivos e envio de e-mail, na região de São Paulo.
  • Google: a entrada com Google, o envio de e-mail pela conta Google do cliente, o e-mail corporativo da Data4U e a medição e os anúncios do site (Google Ads).
  • Microsoft: o envio de e-mail pela conta Microsoft do cliente.
  • Apple: a entrada com Apple.
  • Automattic (WordPress.com): as estatísticas de visita do site (Jetpack) e a entrega das imagens e dos arquivos dele.
  • A hospedagem do site institucional, onde ficam o site e os comentários.
  • Meta (WhatsApp): as conversas de quem nos chama pelo WhatsApp.

Os dados que um cliente cadastra só são vistos pelas pessoas desse cliente e, no suporte, pela equipe da Data4U, como descrito na seção 2. Também entregamos dados quando a lei ou uma ordem judicial exigir.

7. Transferência internacional

Os dados da Plataforma ficam no Brasil, na região de São Paulo da AWS, e as cópias de segurança também. Alguns fornecedores tratam dados também fora do Brasil, inclusive nos Estados Unidos, como Google, Microsoft, Apple, Automattic e Meta. As transferências seguem as garantias previstas na LGPD, como as cláusulas contratuais.

8. Por quanto tempo guardamos

  • Dados da Plataforma: enquanto durar o contrato do cliente. Encerrado o contrato, guardamos os dados pelo prazo que a lei exigir e depois os eliminamos, ou os devolvemos ao cliente, como o contrato previr.
  • O que se exclui na Plataforma deixa de aparecer para todos, mas continua guardado até o fim do contrato, como histórico.
  • Eliminação a pedido. Quando a pessoa pede a eliminação ao cliente (seção 10), apagamos de verdade o que a identifica: nome, data de nascimento, sexo, matrícula, documentos, contatos, endereços, foto, biometria, dados de saúde, anotações e a conta de acesso, com a senha, as chaves de acesso e as contas Google ou Apple ligadas. Continua identificado só o que a lei manda guardar, como o contrato assinado: por 5 anos a partir da eliminação, aberto só por quem o cliente autorizar, com cada abertura registrada; vencido o prazo, o sistema avisa o cliente, que o apaga. O resto do histórico, como vínculos, avaliações realizadas e o registro de auditoria, fica sem nada que identifique a pessoa. Do pedido fica o registro, sem o nome de quem pediu: quando chegou, se foi a própria pessoa ou um representante, e o que foi apagado.
  • Documentos emitidos, como contratos, pelo prazo que o cliente e a lei definirem. Guardamos o que foi emitido para reproduzi-lo exatamente como saiu: o modelo, os dados e um resumo que prova que nada mudou.
  • Registros de segurança, como sessões, entradas com Google e Apple, ligações desfeitas e a auditoria: enquanto durar o contrato do cliente.
  • Registros de acesso (endereço IP, porta de origem, data e hora de cada entrada): 6 meses, como manda o Marco Civil da Internet; depois disso, são apagados automaticamente. Um pedido de eliminação não os apaga antes desse prazo, porque guardá-los é obrigação legal (LGPD, art. 16, I). Se uma autoridade pedir a preservação de um registro específico (Marco Civil, art. 15, § 2º), ele fica pelo prazo do pedido. Quando uma ordem judicial pede esses registros, guardamos por 5 anos o controle de quem da Data4U os consultou, quando e quais foram consultados (o número do cliente, o da conta e a hora de cada entrada), sem o endereço IP. A lei exige esse controle, e ele é a prova de que os registros ficaram em sigilo.
  • Registros técnicos do servidor: 30 dias. Cópias de segurança do banco: 7 dias.
  • Contagem das tentativas de entrar: no máximo 30 dias depois da última tentativa errada, e então é apagada (seção 9).
  • Site: mensagens e comentários, enquanto forem úteis para o atendimento ou até você pedir a remoção. Os cookies seguem os prazos que o Google define para cada um.

9. Segurança

  • Toda conexão é cifrada (HTTPS, TLS 1.2 ou superior), inclusive a da aplicação com o banco de dados.
  • O banco de dados e os arquivos, como fotos e imagens de documentos, são guardados cifrados.
  • CPF e RG são cifrados com uma chave de cada pessoa, derivada da chave do cliente, e as credenciais das contas de e-mail com a chave do cliente.
  • O banco separa os clientes entre si: as pessoas de um cliente não alcançam os dados de outro.
  • Senhas e sessões são guardadas só como resumo criptográfico, e cada perfil acessa só o que as permissões dele deixam.
  • As tentativas de entrar são limitadas. Depois de várias senhas erradas seguidas com o mesmo e-mail, ou vindas da mesma rede, a senha para por um tempo; se os erros continuarem, ela só volta pelo “Esqueci minha senha” ou depois de 30 dias sem tentativa. As outras formas de entrar continuam valendo, e os pedidos de recuperação de senha também têm limite. Para contar, guardamos só um resumo do e-mail digitado e da rede de onde veio a tentativa, que não revela nem um nem outro. Essa contagem é separada dos registros de acesso, que guardam o IP de cada entrada que deu certo (seção 8).
  • Os códigos QR que a Plataforma põe nos documentos levam um código aleatório, nunca o CPF ou outro documento pessoal.
  • Todo acesso da equipe da Data4U a um cliente fica registrado e visível para ele (seção 2).
  • Os registros de acesso ficam em sigilo, cifrados com chave própria, num lugar separado onde a Plataforma só grava. Só pessoas autorizadas da Data4U os leem, cada uma com dupla autenticação, e cada leitura fica registrada.

Se ocorrer um incidente de segurança que possa trazer risco ou dano relevante, avisamos os clientes afetados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), como a LGPD exige.

10. Seus direitos

Pela LGPD, você pode pedir:

  • a confirmação de que tratamos seus dados, e o acesso a eles;
  • a correção do que estiver incompleto, inexato ou desatualizado;
  • a anonimização, o bloqueio ou a eliminação do que for desnecessário ou excessivo;
  • a portabilidade;
  • a informação sobre com quem compartilhamos;
  • a revogação do consentimento, quando ele for a base do tratamento.

Você também pode se opor a um tratamento e reclamar à ANPD.

Para os dados que um cliente cadastrou, o pedido vai ao cliente, que é o controlador, e nós o ajudamos a atender. Para os demais, escreva para privacidade@data4u.com.br (seção 15).

11. Crianças e adolescentes

Escolas, academias e outros clientes podem cadastrar crianças, que pelo Estatuto da Criança e do Adolescente têm até 12 anos incompletos, e adolescentes, de 12 a 18. Para os dados deles, a LGPD tem regras próprias (artigo 14):

  • Melhor interesse. Todo tratamento tem de servir ao melhor interesse da criança ou do adolescente. Na Plataforma, os dados deles servem só ao que o cliente oferece, como o cadastro, as avaliações e os documentos, e nunca a publicidade ou a perfil de consumo: a Plataforma não tem anúncio de terceiros nem rastreamento. O aviso de entrada, de saída e de falta que o aplicativo Data4U, dos sistemas instalados nas escolas, manda aos pais é um exemplo desse interesse: ele serve à segurança do aluno.
  • Base legal. Quem escolhe a base legal é o cliente, que é o controlador. Pela orientação da ANPD (Enunciado CD/ANPD nº 1/2023), pode ser qualquer uma das previstas na LGPD, desde que prevaleça o melhor interesse.
  • Consentimento dos pais. Quando a base é o consentimento e o titular é uma criança, ele tem de ser dado por pelo menos um dos pais ou pelo responsável legal, de forma específica e em destaque, e o cliente precisa fazer o possível para confirmar que foi dado por quem tem esse direito. É o caso, por exemplo, da biometria de uma criança (seção 2).
  • Só o necessário. A participação da criança numa atividade não pode depender de ela fornecer mais dados do que o estritamente necessário.
  • Direitos. Os direitos da seção 10 podem ser exercidos pelos pais ou pelo responsável legal, junto ao cliente. A partir dos 18 anos, pela própria pessoa.
  • Documentos. Os modelos de documento da Plataforma reconhecem quem é menor de idade na data da emissão. Assim o cliente pode, por exemplo, pedir a assinatura do responsável num contrato.

O site da Data4U é institucional, não é dirigido a crianças e não coleta de propósito dados delas.

12. Cookies

  • No site: cookies e tecnologias parecidas, como pixels, do Google Ads, para medir as campanhas e mostrar anúncios da Data4U a quem já visitou o site. O Google e outros fornecedores usam esses cookies para mostrar anúncios com base nas suas visitas a este e a outros sites. Você pode desligar a publicidade personalizada em myadcenter.google.com, e ver como o Google usa esses dados em policies.google.com/technologies/partner-sites. Para visitantes da Europa, esses cookies só entram com consentimento.
  • Na Plataforma, só os necessários para ela funcionar e lembrar as suas escolhas:
    • a sessão de quem entrou, por 7 dias;
    • o cliente em que você entrou por último, por 1 ano, para abrir o login certo;
    • o idioma, se você escolher um, por 1 ano;
    • duas proteções de 10 minutos, uma na entrada com Google ou Apple e outra na ligação de uma conta de e-mail.
    No próprio navegador ficam também o tema escolhido, claro ou escuro, e, só enquanto a aba estiver aberta, a última tela de cada seção, com a busca feita, e a posição nas listas. As fotos e as imagens de documentos que você abre ficam no cache do navegador, que as reaproveita por até 7 dias, o mesmo prazo da sessão. Elas são marcadas para que só o seu navegador as guarde, e o endereço de cada uma vale só 5 minutos. A Plataforma não usa cookie de publicidade, de estatística nem de rastreamento, e nenhuma página dela carrega serviço de terceiros.

Você pode recusar ou apagar os cookies, e limpar o cache, nas configurações do navegador. No site, isso não impede a navegação; na Plataforma, sem o cookie de sessão não é possível continuar conectado.

13. Sites de terceiros

O site tem links para outros sites que achamos úteis. Esta política não se aplica a eles; ao visitá-los, leia a política de privacidade de cada um. Não respondemos pelo conteúdo nem pelas práticas desses sites.

14. Alterações

Atualizamos esta política quando o serviço ou a lei mudam. A data no alto mostra a versão em vigor. Avisamos os clientes, e também na Plataforma, antes de uma mudança relevante valer.

15. Contato

Para falar sobre privacidade ou exercer seus direitos, escreva para privacidade@data4u.com.br. Também atendemos pelo contato@data4u.com.br e pelo telefone +55 (61) 3045-4777. Se não ficar satisfeito com a resposta, você pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados, em www.gov.br/anpd.